quinta-feira, 7 de maio de 2015

Nunca me chamaste Amor


Nunca me chamaste Amor.
Dizem-me que quando queremos muito, por vezes, o nosso desejo transforma-se em realidade. Sei, contudo, que é ténue a fronteira que separa a realidade da ilusão.

Nunca me chamaste Amor.
Dizem-me que mais do que as palavras contam os gestos. Sei, porém, que o corpo pode falar uma linguagem diferente da do coração.

Nunca me chamaste Amor.
Dizem-me que não devemos querer regressar aos lugares onde fomos felizes. Sei, todavia, que as recordações confortam, mas não trazem de volta o passado.

Nunca me chamaste Amor.
 
 
 
 


 

 

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