quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Tempestade


Qual barco à deriva no mar em dia de tempestade, assim me encontro neste vendaval de emoções, neste turbilhão de sentimentos sem norte.
Como um náufrago busco terra firme, um porto seguro onde possa assumir o leme da minha vida, resguardando-me de ventos e marés.
Mas nada pode a minha vontade contra essa força, incomensuravelmente maior e superior, que me traz subjugada e submissa, ainda que não resignada.
Transformo o Não no imperativo da minha vida na expectativa de vencer uma batalha que sei perdida, mas não perecerei sem luta.

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