
Não quero o que tens para me dar, porque é muito pouco
Não me bastam essas migalhas de atenção que me dispensas nos intervalos da tua outra vida, onde acredito que não és feliz, mas onde persistes em permanecer e de onde não te consigo desgarrar
Não me bastam os momentos de intensa paixão partilhados num turbilhão de adrenalina, nem as palavras doces a prometer um futuro que sei que nunca vai ser nosso
Quero, preciso, mereço mais
Ainda que a dor de não te ter se assemelhe a uma lança a trespassar o meu coração, o meu amor-próprio há-de valer mais do que o pouco que tens para me dar
Não me bastam essas migalhas de atenção que me dispensas nos intervalos da tua outra vida, onde acredito que não és feliz, mas onde persistes em permanecer e de onde não te consigo desgarrar
Não me bastam os momentos de intensa paixão partilhados num turbilhão de adrenalina, nem as palavras doces a prometer um futuro que sei que nunca vai ser nosso
Quero, preciso, mereço mais
Ainda que a dor de não te ter se assemelhe a uma lança a trespassar o meu coração, o meu amor-próprio há-de valer mais do que o pouco que tens para me dar
E mereces bem mais ...
ResponderEliminaro pouco que precisamos para ser felizes cabe na palma de uma mão. basta, tantas vezes, que a mão estendida que nos segura nos ampare e não seja um punho fechado. ou uma mão contorcida que aperta um coração que sangra, e não um pedaço de rocha ou metal, parecido na forma, mas retorcido no que é essencial: amor.
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