quarta-feira, 14 de abril de 2010

O teu silêncio


Perco-me no rol dos porquês, na infindável lista de interrogações para as quais não encontro respostas. Adormeço a perguntar e pergunto desde que acordo. De ti, só o silêncio, esse terrível silêncio que me ensurdece, que faz aumentar a minha angústia, que me consome. Quisera eu perceber o porquê desse silêncio, para acalmar esta dor. Quisera eu poder olhar-te nos olhos e derreter essa frieza que me gela o corpo e a alma. Quisera eu, se tu consentisses, deixar de ser sombra para ser luz.

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